As prostitutas de BH perguntam: e a gente, como fica?

Discursos como o presente no vídeo são comuns e tidos como inofensivos. São usados para diminuir mulheres por sua liberdade sexual, em casos de agressão contra as prostitutas ou como parte de piadas.

Entretanto para algumas pessoas a prostituição é parte importante na formação da renda (quando não a única) e muitas vezes a única forma que julgam capazes de captar fundos para (sub)existência. O blog Copa Pública fez um post mostrando a realidade de um grupo de prostitutas de Belo Horizonte, tendo seu ponto ameaçado pelas obras para receber a Copa do Mundo.

“Com o início dos preparativos para a Copa na cidade, as mulheres temem pelo ponto, pela repressão e pela perda do ganha-pão. O centro começa a dar sinais do que os movimentos sociais chamam de “higienização”, grandes projetos imobiliários seguidos da remoção das comunidades pobres, ambulantes e profissionais do sexo. “Todos nós temos interessa na revitalização. Trabalhar em lugar melhor, mais seguro, é bom. O problema é que ninguém sabe de nada”.”

Leia o post completo em: http://apublica.org/2012/09/gente-como-fica/

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